segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Um diminutivo de vida

Tanta vacina pra tão pouco gato. Foi assim, de tão pequena que ela era. Entrou pra minha vida num processo que durou 30 minutos e foi embora na mesma velocidade, embora a percepção da última tenha sido extendida.
Coisas que acontecem, claro. E nessas horas a gente pensa que "foi porque tinha que ser". É um pouco mais reconfortante pensar em predestinação. Pensar em como eu entrei na vida dela pra suprir tanta carência.
Pode ter sido uma vidinha, mas sem nenhuma relação com mesquinharia ou coisas de espírito pequeno. Vidinha porque curta e frágil, mas amada muito intensamente.
Saio dessa com a sensação de dever cumprido e sabendo que cresci enquanto ser humano.


Ágata nasceu em setembro, chegou aqui em casa em novembro
e, por duas semanas, me fez muito feliz sem saber.

6 comentários:

Jéssica Quadros disse...

Ah, Mona, que lindo.

Fernanda Viviani disse...

olá,

acho que fiz aula de política com voce nesse período, gostei muito do blog ... parabéns

Julia Malaguti disse...

Que coisa mais catita. Minha gata me faz feliz todos os dias, e eu a ela. Ela me lembra disso quando viajo e num ato de revolta saudosa meu armário aparece fedendo a xixi de gato.

Moleza disse...

muito profundo o texto temos que pensar muito no sentido da vida...

Confissões disse...

aaaaaaaah eu sou apaixonado por animais, ate chorei :///

te seguindo segue tbm

http://desabafodeumalunatica.blogspot.com/

J.R. disse...

Os anomais entram em nossas vida para alegrarem ainda mais!!!! Eu adoro os meus animais!!

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